sábado, 6 de setembro de 2008

Pra refletir!

Ouvindo: Insensatez – Fernanda Takai / Outono em minha vida – Moacyr Franco

Oh mês reflexivo! Esse mês parece que não passa, é um dos piores no ano, assim como março (mês do meu aniversário), Junho (mês do aniversário do meu pai), dezembro (natal), pensando bem, eu passo os dias, não os vivo...
...Recentemente estou sofrendo de perda de memória, o que está me deixando louca e frustrada, eu que sempre tive uma ”memória de elefante” e lembro de coisas de quando tinha 3 anos não consigo recordar coisas recentes.
Está ficando insuportável esquecer as coisas, se não bastasse isso, alguns problemas que pensei ter solucionado, estão me incomodando denovo, estou me esforçando pra fazer uma faxina mental e uma reforma, mas esta difícil (muito difícil).

Pra refletir:

Hoje a chuva doce se mistura com o amargo das lágrimas
Agora que percebi que não é chuva
São suas lágrimas também.
Venta quente como se a noite fosse vermelha
O vento me abraça e embala
Até que o sono veio.
Adormeci e sonhei com:

A mulher e o tempo

É outono, as folhas estão no chão.
Vejo uma mulher e o tempo
Ela é paciente
O tempo brincava ao redor da barriga daquela mulher
E ela ternamente a acariciava

Curiosa, perguntei ao tempo por que a mulher era tão paciente?
O tempo sorriu pra mim
E respondeu me: - “Ela almejava tanto isso e nunca deixou se abater por mim
Que hoje paciente carrega a promessa de vida em seu coração.
Assim seu outono daria lugar ao verão”.

                                                    Heidy Hellen Werthmüller

Nada é impossível! 
As pessoas cismam em dizer que o tempo corre contra nós
Quando na realidade, ele nos doutrina a sermos pacientes.
Existe a hora certa pra tudo acontecer, nada é por acaso!

Boa noite !!!

sexta-feira, 5 de setembro de 2008

Ontem foi aniversário da Márcia Okida.
E aprontamos uma festinha pra ela, foi tão bonito!

Agora é hora de agradecer, o pessoal que me ajudou, sem vocês não teria acontecido.

Mariana Vale
Deborah Okida
Luiz Guilherme
Luiz Cubilia
Danille Wander
Naiani Catrinque
Victor Albuquerque
Alexendre Sobrino
Eduardo Ricci

Obrigada á todos por toda a ajuda!

Beijos He

quinta-feira, 4 de setembro de 2008

Ahhh, tudo numa coisa só!
Felicidade demais....

Ganhei uma câmera fotográfica, da minha irmãzinha linda Suely.
Agora eu tenho mil idéias na cabeça e com uma câmera na mão! 

Sú minha linda, obrigada!

 Super ansiosa, amanhã, escrevo o por que da ansiedade.

Junto com a felicidade vem uma saudade arrebatadora!
Saudade da minha paixão. O mês triste!
Mas a cada ano que passa, eu ganho motivos pra mudar essa idéia.

Hoje é dia de festa... É mais um dia alegre em setembro.
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Essa música, eu ouvi a manhã  inteira.

Naquela Mesa

Nelson Gonçalves
Composição: Sérgio Bittencourt


Naquela mesa ele sentava sempre
E me dizia sempre o que é viver melhor

Naquela mesa ele contava histórias
Que hoje na memória eu guardo e sei de cor

Naquela mesa ele juntava gente
E contava contente o que fez de manhã
E nos seus olhos era tanto brilho
Que mais que seu filho
Eu fiquei seu fã

Eu não sabia que doía tanto
Uma mesa num canto, uma casa e um jardim

Se eu soubesse o quanto dói a vida
Essa dor tão doída, não doía assim

Agora resta uma mesa na sala
E hoje ninguém mais fala do seu bandolim
Naquela mesa ta faltando ele
E a saudade dele ta doendo em mim
Naquela mesa ta faltando ele

domingo, 31 de agosto de 2008

Playlist do Final de semana.

Trabalhando.... e ouvindo....

....

Você - Elis Regina

Mais que nada - Elis Regina

Tatuagem - Elis Regina

Me deixas Louca - Elis Regina

Esquadros - Adriana Calcanhoto

Balança Pema - Marisa Monte

Panis et Circenses - Marisa Monte

Insensatez - Fernanda Takai

Samba de Verão - Caetano Veloso

Baby - Mutantes

Corcovado - João Gilberto, Tom Jobim, Astrud Gilberto e Stan Getz

How Insentive (Insensatez) - Laura Fygi

Pot-Pourri  - Elis Regina com Jair Rodrigues e Zimbo Trio

sábado, 30 de agosto de 2008

Starry Starry Night

Entre flores, eu vi a luz.

Pelos campos voei ao som daquela voz.

Livre como um pássaro, solto em pensamentos.

Você me ergueu e impulsionou-me, para o alto.

Cheguei até as nuvens.

Era uma noite estrelada, e eu a via na terra sob a chuva
púrpura.

Era uma noite estrelada, as nuvens formavam espirais.

Os
pássaros de papéis cantavam como você.

Foi então que acordei num campo de alfazemas que cheirava
verde

Estava deitada sob um céu estrelado e os espirais estavam no chão

Você voava como um pássaro de papel.

Era uma
noite estrelada.

 

                                                                          Heidy Hellen Werthmüller

Dedico este poema a uma grande amiga que mesmo sem saber me ajudou muito, quando eu mais precisei.

Alem da janela da alma

Esses dias aconteceram coisas que embolaram meus pensamentos e me humanizaram, tudo sempre girando em torno da alma humana e seus mistérios.

A morte: Ela me persegue, isso é fato. Ela me tornou uma pessoa mais dura e fria, talvez não seja culpa dela, mas sim, minha culpa, agora não adianta tentar achar culpado.

Nunca havia percebido o quanto eu mudei, mas foi involuntário. Meu irmão sempre bate nessa tecla dizendo que eu perdi a meiguice no olhar e deixei no lugar um vidro fosco e turvo, para que eu não pudesse mais enxergar a beleza nas pessoas e na vida. Ele não esta de tudo errado, mas só me dei conta disso, esses dias quando a vida me levou, mais uma vez, um grande e enorme pedaço de mim.

Numa noite eu vi uma Luz em forma de mulher que cantava embalando minha dor e felicidade era um doce amargo, desejo desesperado de cantar junto dela.

Mergulhei num profundo transe que me levou a ver o que eu era. Quando dei por mim, estava mais calma, e com uma idéia fixa na cabeça. Ao chegar em casa sonhei com aquela luz.

Conclusão: Percebi que fui me matando aos poucos, pra tentar não mais sofrer, só que não adiantou nada, pois acabei com isso, machucando as pessoas que mais amo.

"Quem semeia vento, diz a razão: colhe sempre tempestade."

O mês de setembro: É um misto de emoções pra mim, pois é falecimento (29/09) do meu pai (minha única paixão, a minha vida) e aniversário do meu irmão do coração Cairo Braga (30/09) (a pessoa mais doce que o destino poderia me dar, um irmão que a vida não quis que fosse de sangue, mas quando tem que ser nada pode mudar).

Uma nova emoção: Coloquei todo o amor que eu havia guardado por 5 anos em um trabalho mais do que especial, que me comoveu tanto, que tive que parar, para respirar, por que o choro não me deixava continuar. Encontrei mais uma alma, amiga de vidas passadas. Fazendo esse trabalho senti uma coisa sensação estranha, uma nova emoção.

terça-feira, 15 de julho de 2008

Bonecos reais


Quando crianças brincamos com bonecos e bonecas, brincamos de “casinha”, e outras brincadeiras aonde cuidamos de uma boneco de plástico, ou pano que representa uma criança, mas quando crescemos, esses bonecos são substituídos por bebês de carne e osso.

Qual é a idade ideal para essa substituição? A resposta é muito particular.

Ao meu ver, é um tema, que com o tempo, foi banalizado, tornou-se tão comum vermos meninas na faixa dos 14 aos 18 anos grávidas que acabamos nos acostumando com essa “idéia”. Não é papo de moralista, mas hoje soube que uma menina de 15 anos que eu vi nascer e até aulas a ela, esta grávida, isso me fez refletir não consigo acreditar, afinal é uma “criança” que vai cuidar de outra criança. Será que ela tem estrutura psicologia, fisiologia, emocional e financeira suficiente?
Agora o por que isso acontece...
... Por N fatores: por falta de instrução (às vezes sim, mas neste caso não), por rebeldia (porque é proibido), etc...

O que pensa na cabeça de quem passou por essa situação?
 “Eu fiz o que fiz, porque queria provar que eu cuidava da minha vida, não precisava de permissão pra nada, sabia que camisinha era importante mas achei que nunca aconteceria comigo, afinal eu tinha 14 anos... ...o “cara” sumiu, era um “ficante”, achei que ele ficaria comigo, quando contei que estava grávida ele mudou até de cidade, parei de estudar e até hoje não consegui voltar... ... a gravidez foi de risco, quis abortar, mais meus pais não deixaram, senti raiva, fiquei internada, não podia ir pra “balada” nem beber, quando meu filho nasceu, eu não queria ele, achei que estava “livre”, mas ai é que eu estava presa de vez, tinha que acordar de madrugada, com choro de criança, não sabia o que fazer, passava os dias dentro de casa , enquanto minha amigas saiam e “curtiam” a vida, foi então que percebi que eu não sabia nem cuidar de mim, quanto mais de outra pessoa, por que se eu soubesse me cuidar não teria engravidado.
Hoje sou feliz, com meu filho, mas não consigo namorar sério e perdi 4 anos da escola, acabei de fazer 18 anos e parei na sexta série, naquela época eu já era repetente e já tinha perdido 2 anos porque reprovei, agora, quero voltar a estudar e trabalhar para voltar a sonhar.”

  Anônimo, 18 anos 
  Mãe de um menino de 4 anos  

          
Esse foi um relato, de uma menina entrevistada, ela permitiu a publicação, mas não quis se identificar.

Fica mais um tema martelando em minha mente!
E espero que na sua também!



Ominia vincit

"O vitorioso é aquele que nunca desiste"